sexta-feira, 29 de março de 2013

Metal Hero já foi a minha franquia preferida!

Metal Heroes - Anos 80/90
Até os meus 15 anos de idade se alguém me perguntasse: qual a sua franquia de séries tokusatsu preferida? Eu responderia sem pestanejar: Metal Hero. Os heróis metálicos era a minha verdadeira paixão, constituía as minhas séries preferidas, mas vale lembrar que nem todos tinham sua armadura metálica de fato, vide o meu herói número 1 dessa franquia: Sekai Ninja Sen Jiraiya, ou para nós aqui, Jiraiya, o Incrível Ninja. E tudo porque a série conseguiu fugir da premissa desgastada por seus antecessores e inovar na temática apresentando para os telespectadores a tradição japonesa dos ninjas. A história foi bem envolvente, sem contar que considero Jiraiya a "série da família", ou seja é um herói para todas as idades.

Podemos até nos considerar privilegiados, pois das 15 séries produzidas pela franquia 10 foram exibidas aqui no Brasil, algumas com dublagem "ruim de doer", mas, que de certa forma imortalizou algumas situações clássicas e falas memoráveis. Com isso, acredito que a minha preferência pela franquia se deve pelo bom número de séries exibidas aqui, as quais assisti a todas. Mas, apesar desse ponto positivo, eis que alguns pontos negativos também sobressaem do tipo: as séries não foram exibidas dentro da sua cronologia real em que foram exibidas no Japão, algumas séries não tiveram seus finais exibidos, outras foram exibidas em horários inadequados, tiveram aquelas que foram encaixadas na programação só para tapar buraco e outro detalhe que temos que frisar bem é a dublagem, na maioria dos casos foi precária, como mencionei no início deste parágrafo, apesar desses pontos contra, ainda assim consegui gostar do enredo e produções de muitas dessas séries.

Em fevereiro de 1988 de férias em Aracaju, na época morava em Alagoinha-BA, na casa dos meus primos me deparei com com o primeiro Metal Hero da minha vida, Jaspion (Kyojuu Tokusou Juspion). E o que dizer dele? Ou ainda, tentar tentar explicar o que ele significou para a minha infância... Simplesmente, impossível! Pois, Jaspion, o herói da série não se mostrou aquele herói infalível e inalcançável, como muitos heróis por aí, muito pelo contrário... simpático, extremamente carismático e muito trapalhão, Jaspion se apresentou para mim como aquele herói que parecia ser um membro da minha família, tipo um irmão mais velho que podia se transformar em um herói de metal com sua armadura Metaltex e podia contar com a ajuda do seu robô gigante, Daileon (o grito o chamando ecoa até hoje em meus ouvidos). Aproveito a oportunidade aqui para revelar que quando pequena eu acreditava que Daileon era gigante de verdade e achava isso incrível, admirava os japoneses por terem construído um robô assim tão gigantesco (ah, ser criança é muito bom!).

No ano seguinte, quase no final de 1989, já viciada em Clube da Criança e Rede Manchete sou apresentada a um novo herói, seu nome Jiraiya - o Incrível Ninja (Sekai Ninja Sen Jiraiya). O ambiente diferenciado do seriado anterior trouxe aspectos mais voltados à família, cultura ninja e japonesa, era um mundo diferente que me deixava ainda mais encantada com a atmosfera que somente havia nos seriados japoneses. Conheci a família Yamaji, onde seus membros eram descendentes dos Togakure, um antigo clã ninja que tinha como missão proteger a "Inscrição" (lembram-se? Um pedaço de pedra que se assemelhava a um mapa o qual apontava o paradeiro de Pako, uma capsula espacial que caiu na Terra há cerca de 300 anos antes de Cristo e constituía em um tesouro sem igual, cobiçado pela Família de Feiticeiros e pelos ninjas que compõem o Império Ninja. O que mais me encantou em Jiraiya foram os dramas familiares, a questão do mestre Tetsuzan adotar Toha e o criar como seu filho, a relação de Toha com seus irmãos adotivos: Kei e Manabu e sem contar que eu fiquei encantada com a arte ninja de disfarces e camuflagens, as lutas e as histórias apresentava um contexto dinâmico sem monstros, mas com inimigos que eram apresentados em situações reais, drogas, extinção dos animais, ambição por pedras preciosas, entre outras situações menos fantasiosas como foi em Jaspion.

Em 1990, a Rede Bandeirantes influenciada pelo sucesso que tanto Jaspion, quanto Jiraiya trouxeram para a Rede Manchete, resolveu embarcar no Universo dos Heróis de Metais e começou a exibir Metalder - O Homem Máquina (do original, Choujinki Metalder). Sendo exibido aqui no Brasil fora da sua cronologia, tal qual foi exibida no Japão (onde a série Metalder havia sido produzida e exibida antes de Jiraiya), Metalder, o Homem Máquina, também trouxe uma temática diferenciada de Jaspion e Jiraiya, o herói principal na série era um androide, criado em meio a 2ª Guerra Mundial com o objetivo de ser uma arma secreta do exército japonês para ser usado na Guerra do Pacífico contra os EUA. A aparência civil de Metalder era idêntica ao finado filho (Tatsuo Koga, segundo subtenente da Marinha Imperial) do  Doutor Koga, seu criador. Bem, evitarei dar spoilers sobre a série, pois mesmo tendo sido exibida aqui no Brasil, boa parte não assistiram e outros não se lembram muito do enredo. Mas, o que dizer dessa série? Metalder é para mim em Metal Hero, o mesmo que Jetman é para mim em Super Sentai, são séries únicas que merecem amplo destaque e reverências. Não podem jamais entrar em um ranking e serem comparadas as demais de sua franquia, pelo fato de apresentarem uma trama densa, forte, ousada, uma atmosfera onde o final feliz sempre estará presente.

Parecia que em 1990 a Rede Bandeirantes estava inspirada e queria tirar o atraso com relação aos Metal Heroes, pois este foi o ano que Sharivan, o Guardião do Espaço (Uchuu Keiji Shariban)- também estreia na emissora paulista. Boa parte dos tokufãs sabem que dentro da cronologia da franquia, Sharivan é a segunda série da trilogia dos Policiais do Espaço, sucedendo Gyaban (Gavan), contudo no Brasil ela foi exibida primeiro, em canal diferente, com dublagens equivocadas e distanciando-se do contexto original das séries, o que gerou uma imensa confusão no público brasileiro e resultou no fracasso das séries (envolvendo a trilogia) aqui no Brasil. Não sei se foi pelo fato dela ter sido a primeira a ser exibida aqui no Brasil, mas o fato é que das três séries dos Policiais do Espaço, Sharivan é a minha preferida. Den Iga, o patrulheiro florestal, era o herói da vez, a série em si apresentava termos repetitivos, cenas reaproveitadas e explicação desnecessária toda vez que o herói se transformava. Ele não apresentou o mesmo sucesso aqui no Brasil, como teve no seu país de origem, mas da trilogia foi o que teve uma audiência por aqui mais significativa e foi o chamariz que trouxe como protagonista o ator Hiroshi Watari, conhecido pelos tokufãs brasileiros como o Boomerman (de Jaspion), creio que tenha sido esse um dos principais fatores para destacar a série por aqui.

Em 1990 poderia ser considerado o ano de ouro dos Metal Heroes aqui no Brasil, pois foi neste ano que a nossa querida Rede Manchete exibiu Jiban, o Policial de Aço (Kidou Keiji Jiban). Infelizmente, Jiban foi uma das séries exibidas aqui no Brasil que não teve seus dois últimos episódios exibidos, dos 52 produzidos, somente 50 foram exibidos pela emissora carioca, mas nem por isso impediu que a série também conquistasse a minha admiração. A temática da série como todos sabem veio no embalo do sucesso do filme norte-americano Robocop, que foi um dos grandes sucessos do cinema. A história: o policial Naoto Tamura sacrificou sua vida para derrotar um dos monstros da organização Biolon, mas renasceu como o Policial de Aço Jiban, passando a combater o grupo maligno, liderado pelo Doutor Jean Marrie. Mesmo sabendo que na trama Jiban era um ciborgue foi impossível não chorar compulsivamente no episódio em ele morre ou ainda vibrar com o seu renascimento. Cenas dramáticas e emocionantes até dizer: chega! Até hoje guardo a série em meu coração, recentemente o seriado foi lançado em DVD pela Focus Filmes, contendo os dois últimos episódios e ganhando nova dublagem.

Em 1991 foi o ano em que a Rede Globo quis entrar no universo dos heróis de metais também, dessa forma passou exibir em sua programação Space Cop Gaban (atualmente, conhecido como Policial do Espaço Gavan, ou ainda do original Uchuu Keiji Gyaban), mas com uma dublagem das mais horríveis que hoje em dia é motivo de piada e um tratamento deplorável para a série que foi a pioneira da franquia Metal Hero. Abertura não tinha tinha chamadas, para a abertura era: "Rede Globo apresenta: Space Cop" e para o encerramento: "Rede Globo apresentou: Space Cop". Não sei se pelo tratamento dado a série ou a forma como a Rede Globo a exibiu, mas o fato é que foi uma das séries que pouco me identifiquei ou criei laços, aprendi a gostar agora na fase adulta que pude revê-la. Mesmo assim, dentro da trilogia dos Policiais do Espaço, Sharivan é a minha série preferida.

Em 1991 também a Rede Manchete volta a investir pesado nos Metal Heroes e traz para a grade de sua programação a série "Jaspion 2", ou, Guerreiro Dimensional Spielvan (do original, Jikuu Senshi Spielban); outra série estrelada pelo ator Hiroshi Watari. Detalhe: como a Rede Manchete a apresentou como Jaspion 2, qual a lógica na cabeça de uma criança? Trata-se da continuação de Jaspion, Boomerman tinha virado Jaspion. Hilário, né? Mas, na verdade não passava de uma jogada da Rede Manchete que buscava o mesmo sucesso avassalador alcançado por Jaspion. A história gira em torno do resgate do pai e da irmã de Spielvan sequestrados pelo Império Water. A trama aparentava ser envolvente e bem eloquente, esquentando quando Helen reaparece mas lutando como uma integrante do império Water. Mas, Spielvan não lutava sozinho, ao seu lado sua fiel amiga e escudeira Diana (Lady Diana). Adorei a junção dessa dupla e por ter uma garota que poderia se transformar. Infelizmente, os quatro últimos episódios nunca foram exibidos por aqui.

Em 1992 a Rede Globo exibe Space Cop Sheider, traduzido para Detetive Espacial Shaider (Uchuu Keiji Shaider) é a terceira e última série da trilogia dos Policiais do Espaço. Inicialmente foi exibida nas manhãs globais dentro do programa Xou da Xuxa, porém como não teve o sucesso esperado foi jogado para as madrugadas da emissora carioca, com isso teve uma passagem por aqui sem muito alarde. Pouco eu me lembro da série, não encheu meus olhos, e nem mesmo depois de adulta eu tive vontade de revê-la. O mais curioso é que na época cheguei a pensar que se tratava de uma cópia "mal feita" de Sharivan, doce ilusão a minha, né? Mal sabia eu que futuramente eu conheceria VR Troopers (melhor nem comentar sobre isso).

Depois do fracasso de Shaider passamos basicamente uns 2 anos sem termos na TV brasileira a exibição de um novo Metal Hero, foi em 1994 que tivemos a graciosa surpresa de prestigiar "Esquadrão Especial Winspector", que combatia o crime e situações perigosas que a polícia convencional não poderia resolver. Do original, Tokkei Winspector, a série trazia a vertente do progresso científico e tecnológico promovendo para a humanidade o bem estar e conforto, porém tais benefícios também gerou certos inconvenientes  aos quais permitiu que assassinos, destruidores de meio ambiente e bandidos de toda a espécie cometessem suas atrocidades de maneira mais fácil e impune. Para combater bandidos tão cruéis era preciso de uma Organização Policial mais efetiva e forte, eis que surgiu Winspector. Na época eu vibrei muito com Liuma (Ryoma) Ogawa e sua equipe. No final eu sofri quando os integrantes de Winspector são promovidos e vão para a Europa, para fazer parte da Winspector Internacional.

Com o Winspector na Europa a criminalidade poderia tomar conta do Japão, pensando nisso, o Chefe Shunsuke Masaki fica no japão e cria uma nova equipe, chamada Solbrain, para continuar combatendo o crime, já que o Japão não poderia ficar desprotegido. Com isso, em 1995 tivemos a primeira e última vez que desfrutamos de uma exibição que se tratava de uma continuação direta de um seriado japonês a ser exibido por uma emissora brasileira, a Rede Manchete, em seus quase que últimos suspiros de existência exibia a série Super Equipe de Resgate Solbrain (Tokkyu Shirei Solbrain). Vale destacar que Winspector, Solbrain e Exceedraft (a única série da trilogia a não ser exibida no Brasil) pertencem a trilogia dos Rescue Heroes, dentro da franquia Metal Heroes. O mais curioso é que como eu era fã de carteirinha de Winspector, eu olhava Sobrain com um certo desdém, não preciso nem dizer que eu fui ao delírio quando Liuma Ogawa (Fire) faz a sua participação na série e dar aquela surra básica no mocinho da vez (Daiki Nishio/Solbraver). Mas, o meu grande momento de piração foi quando Fire ganha sua nova armadura e seu codinome muda para Knight Fire.

Não posso negar o quanto essa época deixa um ar nostálgico, sabe aquela época em que você fantasiava ser a mocinha do seu seriado de TV preferido ou ainda ser a grande estrela da série, havia uma magia no ar, algo que certamente nos dias atuais nenhuma criança poderá vivenciar, pois a época é outra, a geração da tecnologia não fantasia tanto quanto as gerações passadas, o que é uma pena, infelizmente.

A franquia Metal Hero constituiu na "galinha dos ovos de ouro" para a Toei com o lançamento de Gyaban em 1982, salvando a empresa de uma importante crise, por uma década vivenciou temáticas semelhantes e inovadoras ao mesmo tempo e sucumbiu em 1996 quando, aparentemente, o público começou a apresentar um certo desapego com a franquia, provocando a sua extinção.

Dentro da própria franquia podemos perceber que há algumas sub-divisões que abrangem temáticas semelhantes em suas histórias, dessa forma podemos considerar 7 fases as quais as séries foram organizadas, são elas:

Heróis das duas primeiras fases
1ª fase: A trilogia dos Policiais do Espaço


A primeira e mais bem sucedida do gênero. Apresentava sempre um jovem vindo do espaço que tinha uma armadura metálica, com uma poderosa nave e com isso, enfrentava alguma sociedade ou clã maligno que almejava conquistar o universo. Compõe esta trilogia as seguintes séries:

* Gyaban (1982-1983)

* Sharivan (1983-1984)

* Shaider (1984-1985)

2ª fase: As séries Space Hero

As séries apresentam temáticas semelhantes a dos Uchuu Keijis (Policiais do Espaço), porém não são continuação da trilogia anterior e nem ambas as séries possuem alguma relação uma com a outra. Desta fase fazem parte as seguintes séries:

* Jaspion (1985-1986) 

* Spielvan (1986-1987)

Séries que maracarm uma nova época para a franquia Metal Hero e o retorno de uma nova trilogia
3ª fase: As séries Individual Heroes

Por sorte a franquia começa a se reformular e adotar temáticas distintas, deixando de lado as histórias ligadas aos heróis e policiais do espaço. Com isso, pudemos conhecer temáticas mais densas e histórias mais envolventes. O telespectador pode conferir três séries de grande peso e que podem ser consideradas marcos para a franquia, são elas:

* Metalder (1987-1988)

* Jiraiya (1988-1989)

* Jiban (1989-1990)

4ª fase: A Trilogia dos Rescue Heroes

Em cada uma dessas séries, há uma equipe de resgate composta geralmente de três membros, podendo ser humanos utilizando armaduras ou robôs. A primeira série trata-se de uma Polícia Especial Combatente, a segunda série traz uma Super Equipe de Resgate para atuar em emergências extremas e, enquanto que, a terceira e última equipe atua em diversos campos desde a Investigação até a Emergência, podendo ser considerada a mais completa das três. São conhecidas como:

* Winspector (1990-1991)

* Solbrain (1991-1992)

* Exceedraft (1992-1993)

Junções curiosas e referências começam a desgastar a fórmula utilizada pela franquia
5ª fase: As séries Police Hero

Desde Jiban que a franquia abordava a temática dos Heróis Policiais que vestiam armaduras metálicas, nesta fase as duas séries apresentam características tanto dos Individual Heroes, quanto dos Rescue Heroes. São eles:

* Janperson (1993-1994)

* Blue Swat (1994-1995)

6ª fase: As séries B-Fighter

Heróis com visual baseado em besouros. As duas séries fazem parte de um mesmo universo, que também inclui Janperson e Blue Swat, que aparecem no episódio final de B-Fighter. As séries em destaque são:

* B-Fighter (1995-1996)

* B-Fighter Kabuto (1996-1997) 

7ª fase: As últimas séries

Sem o glamour de suas antecessoras ou ainda sem apresentar as histórias envolventes ou densas, as séries passam a dedicar-se de fato ao público mais infantil, mesmo recebendo uma certa influência das séries B-Fighter, as cenas de ação e batalhas estrondosas deram lugar aos elementos de comédia, destoando-se completamente da fórmula da franquia. Fecharam as produções da franquia com as séries:

*B-Robo (Besouro Robô) Kabutack (1997-1998)

* Detetive Blindado Robotack (1998-1999)
. . .   . . .   . . .

O crossover "Kaizoku Sentai Gokaiger vs Uchuu Keiji Gyaban: The Movie"  fez renascer a esperança para o retorno dos Metal Heroes
Em 2011 cogitou-se que a franquia poderia ressurgir, tudo em função do sucesso provocado pelo crossover entre o Super Sentai da época, Kaizoku Sentai Gokaiger e o metal hero pioneiro, Uchuu Keiji Gyaban, filme este que comemorava os 30 anos da criação da franquia Metal Hero. Estamos em 2013 e nada da franquia retomar com suas séries de TV, apenas com filmes e especiais e outras séries de TV.

Janperson, Jiraiya, Jiban, Gavan Type-G, Draft Redder (Exceedraft), Blue Beet (Juuko B-Fighter) e B-Fighter Kabuto
Para este ano temos um novo crossover envolvendo as três franquias de maiores prestígio da Toei, Kamen Rider, Super Sentai e Metal Hero, dessa forma teremos o filme: “Kamen Rider × Super Sentai × Uchuu Keiji: Super Hero Taisen Z”. Os tokufãs foram ao delírio quando recentemente, scans de revistas japonesas especializadas no tema divulgaram as participações de outros Metal Heroes, além dos Uchuu Keijis, nas quais dão conta da participação de Janperson, Jiraiya, Jiban, Draft Redder (Exceedraft), Blue Beet (Juuko B-Fighter) e B-Fighter Kabuto. Participações estas que abriram para alguns questionamentos do tipo: "cadê os demais Metal Heroes?", "Jaspion não aparecerá?", "Que história a Toei inventará para trazer esses Metal Heroes?".

Eis que na última segunda-feira (25), Satoshi Kishimoto (um dos Adms do Grupo Tatisatsu) postou a seguinte nota:

Novos boatos dão conta de que os Metal Heroes em Super Hero Taisen Z são na verdade Gokaiger!!!

Gokaiger usando metal heroes keys?
Mas seria mesmo a equipe Gokaiger na forma de Metal Heroes?

Se comparar as poses ficaria:

Janperson = Ahim
Jiraiya = Hakase (Don)
Jiban = Gai
Draft Redder = Marvelous
Blue Beet = Joe
Kabuto = Luka

Se isso for real, confirmaria o boato das Metal Heroes keys e a ausência de outros Metal Heroes no filme. Sem dúvida tal onda de boatos deixou muitos tokufãs decepcionados, mas ao meu ver dentro da perspectiva apresentada pelas produções da Toei nos últimos dois anos seria a saída mais lógica. Até agora não consegui me empolgar com essa novidade, ultimamente ando levando em consideração muito mais a trama e a lógica dos filmes do que simplesmente da simbologia da lembrança nostálgica da minha infância. O passado tal qual foi vivenciado não volta mais, dessa forma prefiro guardá-lo na lembrança do que me contentar com participações voltadas simplesmente para o fanservice que tem como objetivo vender "novas quinquilharias".

Quando mencionei no título desta postagem que "Metal Hero já foi a minha franquia preferida!" é que ultimamente a minha franquia preferida é Kamen Rider, por estar ativa e por me identificar muito mais com as tramas de forma geral. Contudo, não me esqueço da importância que os Metal Heroes tiveram para mim durante a minha infância, tenho as séries guardadas com carinho no meu coração e nas lembranças.

Fontes de Pesquisas sobre a cronologia dos Metal Heroes: Metal Hero - Wikipédia & heroiz Metal Hero
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13 comentários:

  1. As duas ultimas séries foram pra enterrar a série de vez. Não tinha como manter algo tão ruim no ar. Desfiguraram completamente a franquia.

    Meu Metal Hero predileto é Metalder. Uma série que mostra bem como a franquia metal hero deveria ser.

    A mesma palhaçada que fizeram com os metal heroes, estão tentando fazer com kamen rider. Franquias com tom mais sério, virando um completo circo.

    Sobre os gokaigers serem os metal heroes da scan, faz total sentido. Eu até curto gokaiger, mas ja esta enchendo um pouco o saco tanto gokaiger. Eu diria que com um rumor desse, minha euforia deu uma boa acalmada em relação a esse filme. Meu foco para abril passará a ser akibaranger mesmo.

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    1. Pois é, Bira... mas, percebo que alguns elementos de Metal Hero hoje em dia é empregado em Kamen Rider, franquia esta que pelo que percebi está se adequando a nova geração, ainda consegue manter um público fiel, não como no passado, mas ainda assim o público das séries Kamen Riders costumam ser mais fiéis do que de Super Sentai! Mas, enfim... a situação não anda muito boa para nenhuma das franquias ativas no momento! Espero que a situação possa melhorar!

      =/ Não é?

      Obrigada pela participação, Bira!

      Abraços ;)

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  2. Muito bom seu testo Tati. Eu tenho 32 anos e vivenciei tudo isso que você mencionou. Gavan nas manhãs da Globo era horrivel. Metalder foi uma das melhores séries, Jiban a minha preferida, Jiraya era o cara que apanhava, mas se tornava cada vez melhor, Jaspion é o primeiro e Winspector e Solbrain achei fraquinha. Spielvan, Sharivan e Sheider curti também. Metal Heroes era minha preferida também e agora é Kamen Rider, mas não se concorda, mas acho que estes filmes pode ser um teste para o retorno da franquia e já pensou novos personagens. Acredito que poderia ser iniciada com a nova versão de Gavan e depois continuar com novos heróis. O detalhe é. Nós pudemos isso e infelizmente a molecada tem na tv hoje Power Rangers e acham algo original... coisa que não é rsrs. Valeu.

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    1. Olá, Adam!

      Que bom que gostou do texto publicado! Digamos que é uma fã falando com o coração para outros fãs! ^_^

      Espero que você possa curtir os textos futuros!

      Abraços ^_^

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  3. Só kero deixar aqui registrado minha indignação do Jiban(que nao é mistico e É UM CARA) e do Jiraiya(que é só uma armadura) virarem rangers Keys. Já Deu Gokaiger, vai embora pombas.
    E é Ninja Olimpiada Jiraiya =D
    Otimo post. =D

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    1. Este é o meu amigo e parceiro, João Gabri-EL! ^_^

      Gokaiger já deu, né? HEHEHEHEHE

      Rindo muito com seu comentário! Aliás, ultimamente você tem o dom de arrancar de mim altas risadas com os seus comentários! São únicos!

      Abraços \o/

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  4. poderia postar uma versão maior da foto central dessa materia no face? eu achei show

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  5. Até hoje não se tem muito claro se as séries Kabutack e Robotack pertencem ao gênero Metal Heroe. A Toei nunca deixou isso muito claro. Para alguns fãs, o gênero terminou besmo em B-Fighter Kabuto. Dúvidas à parte, gostei muito desse "resgate" sobre um dos gêneros mais legais do Tokusatsu. Concordo com praticamente tudo que você falou nessa matéria, Tati. Também tinha os Metal Heroes como meus heróis preferidos mas, hoje, dadas as circunstâncias, os heróis metálicos estão restritos a uma cadeira cativa na minha doce lembrança.

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    1. Pois é, Bruno... enquanto isso, há outras séries que não são consideradas Metal Heroes, mas que em função de alguns elemntos similares poderiam ser consideradas como tal! Mas, enfim... ^^

      Obrigada pela participação!

      E como você mesmo disse, esses heróis metálicos ocupam realmente uma cadeira cativa nas doces lembranças de alguns fãs que assim como eu e você vivenciou experiências únicas!

      Abraços ^^

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  6. Ótima matéria! Minha primeira franquia que assisti. Amo demais Winspector e Solbrain. Uma pena que acabou, mas a Toei está desenterrando vários antigos personagens. Será demais vê-los reunidos novamente!

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    1. Que bom que curtiu o texto também, Bruno!

      Abraços ;)

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  7. Eu tenho todos os DVDs com o 1 último episódios

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